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3 de maio de 2010

Regressão, uma Experiência Muito Estranha! Veja...

Esta postagem é sobre uma Regressão que fiz há muitos anos atrás, quase sem querer. Não vou entrar no mérito se tivemos ou não vidas passadas. Como todos sabem, respeito as crenças e descrenças dos meus semelhantes. Mas independente disso, a experiência por si só foi estranhíssima.
   
O INÍCIO 

Tudo começou quando fui acompanhar uma amiga que foi consultar uma Psicóloga. Ela estava enfrentando uma série de problemas e quem marcou a consulta fui eu, ela andava meio desanimada. Eu queria tentar ajudá-la de alguma forma. Combinamos de nos encontrar lá.

Assim que cheguei entrei na sala e comecei a conversar com a Psicóloga sobre as questões da minha amiga, apenas para lhe dar uma visão geral. Não sei bem porque, começamos a falar sobre mim e ela me perguntou se alguma vez eu já tinha feito uma regressão. Então expliquei que não só não tinha feito, como jamais tinha participado de qualquer tipo de Terapia. Ainda brinquei com ela que não tinha o menor interesse em passados remotos e futuros longínquos, o Presente já era divertido e emocionante o suficiente.

Então para minha surpresa, ela me perguntou se eu não gostaria de tentar a regressão após a consulta da minha amiga. Falei da minha estranheza em relação ao convite, sempre pensei que isso seria uma parte de um tratamento e não um fim em si. Ela disse que eu tinha razão, mas esclareceu que no meu caso poderia abrir uma exceção, já que sentia que poderia me fazer bem e acreditava que eu não tinha medo e iria aguentar o "tranco".  Confirmei que não tinha medo nenhum e aceitei.

Minha amiga foi atendida e ficou encantada quando eu disse que ia ficar mais um pouco, já que sabia que eu nunca tinha me interessado por esse tipo de coisa. Eu iria viajar no outro dia.

OS PREPARATIVOS 

Então começamos. Sentei  numa cadeira no meio da sala, ela ao meu lado. Mandou que eu fechasse os olhos.

Aqui quero esclarecer que eu já tinha lido algumas coisas sobre Regressão e sabia mais ou menos como funcionava. Nunca soube que eu fosse uma pessoa influenciável e sempre acreditei que resistiria naturalmente a qualquer tipo de hipnose, por exemplo.

Embora eu acredite em Reencarnação e tenha uma fé inabalável no Criador e na vida, possuo também um lado extremamente racional que procura explicações e quer entender tudo. 

Contei isso para mostrar que estava atenta para constatar a realidade do que estava para vivenciar.

Continuando, assim que fechei os olhos ela me fez imaginar uma escadaria e no final dela uma porta. Quando subi as escadas, cheguei à porta e abri, ela me explicou que naquele momento eu tinha uma escolha, voltar ou atravessar. E que a partir dali estava por minha conta. 

Lembro que brinquei com ela, perguntando se ela iria me deixar sozinha e ela me explicou seriamente que estaria ao meu lado o tempo todo, mas o que iria acontecer era uma experiência pessoal da qual ela não fazia parte.

Devo confessar que nessa hora me deu um frio na barriga. Mas como não sou de "amarelar" decidi que já que chegara até ali, não iria voltar atrás.

A REGRESSÃO

Outra coisa que quero destacar é que o método dela destoou um pouco do que eu conhecia. Estava esperando que ela me fizesse ir regredindo aos poucos, logo não estava preparada para o que estava por vir.

O fato é que atravessei a porta e me encontrei numa sala onde uma mulher chorava. Olhei em volta e perdi o senso de realidade. Identifiquei rapidamente a mulher que chorava: era eu.

A partir daí, aconteceu o que costuma ocorrer com qualquer pessoa que vai contar a alguém um fato impactante que vivenciou. 

Ao mesmo tempo que eu narrava, eu (re)vivia a cena. As cenas se sucederam, outros personagens apareceram, tudo muito rápido.  Até que tive uma espécie de catarse, chorei muito, de soluçar.

Então a psicóloga interferiu. Me mandou encontrar a porta, o que foi muito difícil, e descer as escadas. Demorei o que me pareceu um tempo enorme até conseguir. 

Hoje penso que ninguém deve se meter nestas coisas sem um profissional por perto, já que sinceramente não sei se conseguiria encontrar o caminho de volta sozinha. Mas voltei.

CONCLUSÃO

Quando tudo acabou estava exausta, mas me sentindo leve, como se um peso imenso tivesse sido retirado das minhas costas. A primeira coisa que disse é que ela teve sorte de eu ser a última cliente, senão eu teria assustado a próxima pessoa a ser atendida. 

- Você se recupera rápido - ela disse rindo. Já está brincando, já está normal.

Aí perguntei a ela se aquilo que vi e senti era uma lembrança de uma vida passada.

- O que mais você acha que poderia ter sido? - ela perguntou.

- Sei lá - respondi. Criação da minha mente doentia - falei - brincando de novo.

Então ela me disse que as respostas que eu procurava estavam dentro de mim. Só eu poderia validar aquela experiência e que talvez fosse boa idéia consultar meu coração.

Não tive nenhuma sequela desta experiência. Achei que poderia ficar temerosa ou preocupada com o que vi, mas nada aconteceu. Não tenho parâmetros para afirmar que se trata de uma vida anterior, e nem refutar que tudo não passou de uma criação do meu inconsciente.

Mas ela tinha razão. Meu coração conhece a resposta.

26 comentários:

  1. Oi Denize,

    Gostei muito de ler o que escreveu. Engraçado que quando vc mencionou "escada" eu pensei que tivesse de descer, no entanto vc disse subir. Essas coisas são muito abstratas, vagas até. A gente não sabe o quanto é nossa imaginação, o quanto é fantasia e o quanto poderia ser verdade. Não há nada palpável que possamos nos apegar. Quando eu era mais nova tive muitos sonhos que se repetiam onde eu era um soldado. Um homem e vestia uniforme. Falava uma outra língua e andava por uma estrada. No sonho eu conhecia toda a região. O sonho se repetiu até que eu disse a mim mesma: Ok, então isso é uma recordação da minha vida passada. A partir disso, os sonhos pararam. Há pouco tempo atrás, por curiosidade, consegui localizar no google earth exatamente o local do sonho por causa da posição de um rio e uma estrada de ferro que sempre apareciam. Nunca estive lá.

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  2. Olá Denize,

    Eu já fiz, mas sempre no CE não sei se faria fora, até porque ai ficaria bem travado...

    Abraço

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  3. Amável Denize,pode apostar sua bela alma:Certamente todos, conseguem retornar,profundamente ou até certo ponto,em "vivências" passadas;em "existências" que estão e fazem parte de nós.Você obviamente,não quis ir muito "longe";mas,qualquer trauma,medo,vício,ou "dor",pode ser completamente dissolvido por este método.E,saiba,que qualquer pessoa,ou "cérebro",pode ser influênciado,diferindo entre todos,apenas o modo,a maneira como determinada "personalidade" se deixa envolver,sendo isso,nada mais que sua própria visão de "mundo".Tenho por você,grande respeito e admiração;sei que és,foi,e sempre serás uma "deusa".Desculpe o termo um pouco exagerado,mas é que não existe outro...rs!
    Um abraço.

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  4. Denize, minha amiga

    Interessante sua narrativa. Confesso-lhe que tenho vontade de vivenciar essa experiência de uma regressão. Acho que devo ter sido um apreciador das artes, leituras e das mulheres. O pior é que também acho que não mudei minha personagem, desde então...rs

    Abraços, Herval

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  5. Olá querida amiga Denize,

    Gostei de ler esse relato, mas não tenho opinião formada a respeito de regressão a vidas passadas. Já li e ouvi a respeito de regressão da vida até embrião, no útero da mãe, para resolução de problemas emocionais, ocasião em que fatos da infância resultam em traumas que são sanados com a regressão, após conhecidos e tratados com a terapia convencional.

    Parabéns pela postagem.
    Carinhoso e fraterno abraço,
    Lilian

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  6. Denize, que interessante. Voce não ficou curiosa para saber o motivo de tanto chorar?! Eu tenho muita curiodade de fazer algo parecido. Eu acho que cada um pode ter reaçoes diferentes. Eu não tenho medo, eu faria!

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  7. Olá Denize,

    Muito interessante a tua narrativa. Eu nunca fiz regressão, francamente nunca tive grande curiosidade. Mas acho que em termos de terapia, penso que pode ser muito positivo para o doente.

    Beijinhos
    Luísa

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  8. Olá minha querida Denize!
    Nossa! Eu estava naquela porta com você! Sério!! Eu tive duas experiências similares, dariam até um post também sobre o assunto! Mas, hoje, após tantos anos, posso te dizer que uma das regressões me ajudaram a libertar de um medo e peso enorme que carregava sem saber e a outra me deu respostas para um grande romance que vivi, porém não sabia explicar o porquê de tantos desencontros e dúvidas... Resposta: era uma pessoa amada que me acompanhava em várias vidas e que (ao contrário do que pensamos) não reencarnava para necessariamente viver um romance comigo, mas apenas aparecia quando eu mais precisava dela. Ela ficava ao meu lado apenas o tempo necessário para eu me fortalecer e conseguir caminhar sozinha...e assim foi! Até hoje me assusto com isso, mas o fato é que como um anjo, essa pessoa simplesmente desapareceu! Não consigo encontrá-la mais e todos que conheciam, também não sabem de seu paradeiro. Prefiro acreditar que a minha alma gêmea é o meu marido, que me deu meus filhos...mas essa pessoa até hoje me intriga!
    Grande beijo!
    ADOREI seu post!

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  9. Muito interessante seu post, mais tenho minhas reservas e não sou muito adepto.
    Abraços forte

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  10. Oi Leila, realmente, quando a gente faz uma análise racional deste tipo de ocorrência faltam subsídios para afirmar do que se trata exatamente, ainda mais quando a gente se reconhece como uma pessoa criativa. A veracidade ou não deste tipo de coisa fica por conta do nosso sentimento em relação a isso. Acho que só consultando o coração mesmo...

    Achei interessante sua colocação sobre a escada. Acho que é o seu lado matemático observando, se é regressão eu deveria descer a escada e não subir. Faz sentido, mas não foi o que ocorreu. Não lembro se a terapeuta me mandou subir ou se foi escolha minha.

    Mas que interessante seu sonho, menina Pelo que entendi, você reconheceu plenamente a estrada, mesmo sem jamais ter passado por ela. Impressionante!

    Bjs

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  11. Oi Geraldo, realmente o CE me parece um excelente lugar para este tipo de coisa. Fiquei aqui pensando que, no tempo que frequentei um Centro Espírita, nunca ouvi falar que fossem feitas Regressões. Não sei se porque naquela época não se costumava fazer isso, ou se fui eu quem nunca prestou atenção neste assunto.

    Como você viu, eu não fui buscar isso, apenas aconteceu. E posso te garantir que acreditei que ia ficar "travada" também e que nada iria ocorrer. Fiquei muito surpresa...

    Abs

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  12. RR3075SS: Achei muito interessante teu comentário. Acho que você pode ter mesmo razão, qualquer um de nós pode acessar este "arquivo" antigo. A questão é: mas devemos?

    O que aprendi com esta ocorrência é que não se deve jamais tentar isso sem a assistência de alguém abalizado.

    E me pergunto se a simples curiosidade é motivo suficiente para que tentemos este tipo de cometimento.

    Deve ter algum motivo para termos sido mergulhados no esquecimento...

    E penso que você tem razão em dizer que todos somos de alguma forma influenciáveis, mas acho que nosso grau de aceitação das influências que recebemos o tempo todo, varia de pessoa para pessoa. Posso perceber que alguns de nós são mais suscetíveis à opinião alheia.

    Obrigada por participar aqui.

    Abs

    Denize

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  13. Oi Herval, acho que realmente as mudanças demoram a acontecer e a gente traz defeitos e qualidades do passado... Mas não me parece que ser um apreciador do "belo" seja uma falha assim tão grave...rs.

    Penso que curiosidade sobre este assunto muita gente tem, a questão é se vai ser proveitoso satisfazê-la...

    Abs

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  14. Oi Lilian, fico feliz quando vejo você aqui e recebo seu carinhoso e fraterno abraço.

    Eu também, como você, já li sobre regressões até o embrião. E todas as pessoas que conheço e fizeram uma regressão dessa forma ou mesmo "a vidas passadas", se mostraram satisfeitas com o resultado.

    Acho que o meu caso foi meio atípico, até pela forma como ocorreu. Não tinha a menor intenção de fazer isso, mas posso te garantir que não me arrependo, embora provavelmente não faça mais, pelos motivos que citei no texto.

    E posso te afirmar que não me fez mal algum, ao contrário, parece até que alguns problemas que tinha se dissolveram.

    Penso que fiquei mais impressionada com a minha reação inesperada, do que propriamente com o que vi...

    Bjs

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  15. Oi Sis, até onde eu sei, realmente cada um de nós tem sua própria reação, embora conheça pessoas que também choraram muito no momento da Regressão.

    Quanto ao meu choro, ficou claro, que era o choro da pessoa que fazia parte do cenário que eu estava visualizando e com a qual eu me identifiquei imediatamente.

    É difícil explicar, parecia um sonho só que mais nítido, talvez mais que um sonho, uma verdadeira "lembrança" que passei a reviver e senti novamente a emoção daquele momento. Os acontecimentos que presenciei e "lembrei" eram por demais dolorosos...

    Se você tem curiosidade sobre isso, te aconselho a ser acompanhada de alguém que entenda bem do assunto. Como você viu, o "retorno" não foi fácil...

    Uma coisa que sempre pensei sobre isso é que, se perdemos a memória do que aconteceu no "nosso passado longínquo", deve existir uma boa razão para que isso seja assim. Acho que forçar estas "lembranças" só deve acontecer em situações especiais e sempre com um objetivo nobre.

    Bjs

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  16. Oi Luísa, como você, eu também nunca pretendi fazer uma Regressão, embora tenha interesse sobre este tipo de assunto e leia sobre isso. Como eu disse, no meu caso, uma combinação de fatores trouxeram esta oportunidade. Não estava procurando nada disso, mas já que a possibilidade se apresentou espontaneamente, resolvi que valia a pena viver esta experiência. E não me arrependi, embora provavelmente não a repita mais.

    E acho também que como Terapia, é muito interessante. Não conheço ninguém que tenha feito uma Regressão e tenha ficado insatisfeito com o resultado.

    Bjs

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  17. Jackie minha amiga, fiquei impressionanda com teu comentário e a tua experiência com este tema é mais parecida com a minha do que você pode imaginar... Também teve algo a ver com uma pessoa especial, encontros e desencontros e desaparecimento... Que coincidência, menina!

    Embora como você, eu também tenha sentido uma enorme leveza, não consigo saber se isso me livrou de algum problema específico, já que foi tudo muito repentino e eu não estava tentando solucionar nenhum problema específico.

    Eu também adorei teu comentário!

    Bjs

    Denize

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  18. Oi Príncipe, eu também tenho lá minhas reservas com esta questão. E acho que também não sou adepta, a não ser em casos especiais, como eu já disse, por motivos nobres. Mas falo em relação a Regressão em si e não sobre Reencarnação e Vidas Passadas, já que, como você viu, acredito nelas. Abs

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  19. Oi, Denize! Menina, que experiência, hein? Bom, eu acredito muuito no poder do cérebro humano, e não sei bem se desvinculo a mente da alma, não - acho que o ser humano, apesar de ter uma divisão (não me pergunte qual, pra mim é corpo e alma - e o cérebro pode muito bemser a ponte entre os dois, né?), todas as suas partes são interdepentes - uma não vive sem a outra. Mas enfim: acho que não me submeteria a uma experiência dessas, não seise por medo ou por nunca ter sentido necessidade... Mas admito: eu adoraria assistir a uma! rs. Bjo, querida,e parabéns!

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  20. Faz anos q tou num chove não molha p encarar 1 experi~encia dessas. Na verdade eu tinha um livro de 1 pessoa q consultei 1 vez, onde tem um capítulo ensinando vc a entrar nessa experiência sozinha, bom n exatamente, o método ensina a buscar ajuda, proteção (Brian Weiss tb tem 1 método parecido) meio q no além. Sei q fiz a experi~encia 2 vezes e voltei s problemas. A 1[ tinha uma escadaria, parecia um templo romano, era noite de nuvens escuras e céu fechado como se fosse chover. Eu usava 1 vestido meio q da cor da noite (n preto mais um azul petroleo, comprido. Senti q devia subir a escadaria e assim fiz, qdo cheguei diante das portas gigantescas, senti mt medo e então voltei. A 2ª foi + estranha mas o q me marcou foi o sentimento envolvido. Fui parar no q parecia 1 boteco, com pessoas n velhas mas envelhecidas, o ar era esfumaçado e tinha mt gente fumando, bebendo. Rostos melancólicos, amargos. Sentei em 1 mesa onde tinha 2 mulheres e um homem, amargos, marcados. Eu olhava em volta e me senti poderosa, pensava "Gente, estou em algum mundo estranho e ninguém me vê", mas de repente o homem olhou fixamente pra mim e falou alto "Quem é vc? O q está fazendo aqui?" E eu senti q ele relamente falava comigo, assustei tanto q voltei.
    Mas gostaria de experimentar 1 trabalho + completo com profissional. Beijo!

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  21. Sem falar na narrativa - dom especial que a senhora tem de prender a gente no seu texto - eu achei, a experiencia incrível.

    Gostaria de tentar. A onde eu iria, hem?

    Já trabalhei com um grupo - nada de religião - que pude constatar o poder que a mente da gente tem e que muitas vezes, deixada a escanteio, esquece que sabe.

    Bjs.

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  22. Oi querida Denize, adorei o post e a sua experiência que compartilhou conosco. Confesso que tenho muita vontade de fazer, pelo motivo que a psicóloga te falou, entender algumas coisas que se passaram em minha vida.
    Parabéns por mais um belo texto e espero que esteja bem minha amiga. Saudades.

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  23. Apesar de kardecista, tenho pavor de regressão, Denize!
    Segundo meus estudos, a regressão só deve ser feita para ajudar em alguma coisa que interfira no presente e, geralmente, é usada em último caso.
    Na sua questão particular foi diferente, porque você caiu meio que de "pára-quedas" nessa história.
    Mesmo assim, parabenizo sua coragem; eu não a teria...
    Uma conhecida minha fez e levou umas duas sessões para se recuperar porque descobriu que tinha sido homem e dos mais perversos ( daqueles "sinhozinhos" mimados na época do Brasil Colônia).
    O casamento dela não é nada bom; ela assimila seu sofrimento com as maldades do passado.
    Realmente o campo é vasto e fértil quando o assunto é espiritualidade!
    Obrigada por compartilhar conosco uma vivência tão pessoal e edificante!
    Beijos,
    Mary :)

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  24. Olá Denize! Tudo bem?
    Adorei ler o que escreveu. Lembrei de outros tempos em que eu trabalhava com relaxamento e consciência corporal, e estudava estas coisas com uma psicóloga (Regina) bárbara, em São Paulo.
    Naquele tempo ela nos dizia que, numa regressão o que mais importa, não é se você esteve numa cena da vida passada ou se tudo foi furto de sua fértil imaginação!
    O fato é que, muitas de nossas experiências, até de quando somos pequenos, fica lá num lugarzinho escondido do subconsciente e a gente pensa que esqueceu. Mas, o que a gente viveu faz parte do que somos porque influencia em nossas reações diante dos acontecimentos presentes. Claro que, a emoção que vivemos repetidamente, influenciará mais.
    Então, parece que é como nos nossos sonhos, em que, muitas vezes, numa linguagem e com imagens totalmente diferentes e fantasiosas, acabamos por resolver aqueles problemas ou dúvidas que tínhamos e acordamos inspirados, ou com uma resposta, ou ainda mais leves.
    No caso da regressão ela dizia que o mais importante era considerar isto, uma forma que, ao estarmos relaxados(de mente) e entrarmos em contato com nosso interior ou inconsciente, algo que estava lá escondido demais e por isto, não podia ser resolvido ou compreendido , exercia uma forte influência sôbre nós, que ao lembrar disto, mesmo que seja numa linguagem fantasiosa, acabamos por ficar mais leves e às vezes livres disto que nos incomodava sem que a gente pudesse enxergar como.
    É apaixonante, não é?? Você me fez lembrar como é importante relaxarmos, ou meditarmos para entrarmos em contato com a gente mesma! Obrigada e beijo carinhoso,
    Vera.

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